sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Achei por aí...a carapuça serviu!=)

Tive um chão (mas já faz tempo)
todo feito de certezas
tão duras como lajedos

Agora (o tempo é que o fez)
tenho um caminho de barro
umedecido de dúvidas

Mas nele (devagar vou)
me cresce funda a certeza
de que vale a pena o amor.

Thiago de Mello

segunda-feira, 28 de setembro de 2009


A inspiração é o processo de sugar o ar para dentro do organismo, para depois liberá-lo para fora do corpo através da expiração.

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Não, fiquei doida não...nem é aula de anatomia!rs

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Mas é que eu tava pensando que a inspiração filosófica ou poética, ou algo parecido, tem algo a ver com a orgânica...

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A gente vê ou ouve algo, leva pra dentro, filtra o que "é bom" (no caso, o que nos interessa), pra depois sair um "ar novo".

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Ok,ok, é viagem na maionese...vamos lá, ao texto em si: (aliás, esse ´um daqueles posts contínuos, sabe? Que quando der na telha eu vou escrevendo mais e ele tá sempre se renovando)


Minhas maiores inspirações são:


- "O fabuloso destino de Amélie Poulain". Um filme lindo, recheado de boas idéias, daqueles pra ver quando se perde a esperança em dias melhores.


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- Minha mãe. Ela faleceu há 5 anos, mas nossos momentos juntas estão na minha lembrança com força total, ainda hoje escrevo pra ela. Não posso saber exatamente o que houve e como ela se sentiu/sente, mas gosto de manter essa ligação com a memória dela. Quando a saudade aperta, escrevo uma carta pra ela e guardo. Não gosto de pensar que ela nunca vai ler, na verdade nem sei pq guardo, mas no momento que escrevo, me sinto conversando com ela.

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- Meu filho - pq criança é sempre luz na minha vida. Tem sempre uma idéia nova, uma observação engraçada, uma curiosidade meio doida pra tirar a gente do sério. Sem falar na delícia de abraço que ganho todo dia quando chego do trabaho!!!

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- Diário - pra organizar as idéias e enfeitar as lembranças!

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- Livros - pra conhecer histórias e fazer pensar.

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- (continua..)

Na natureza selvagem


Vi o filme ontem, deu vontade de ler o livro! Desde criança eu viajava na maionese que ia fazer isso...largar tudo e viajar só de mochila! Mas não vou ter coragem (por enquanto...rs)


Depois de terminar a faculdade com brilhantismo, Chris McCandless, jovem americano saudável e de família rica, doa todo o dinheiro que tem, abandona o carro e a maioria de seus pertences, adota outro nome e some na estrada, sem nunca mais dar notícias aos pais.
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Dois anos depois, aparece morto num lugar ermo e gelado do Alasca.
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Por onde andou, o que buscava, por que morreu?
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Quem era realmente Chris McCandless?
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Para responder a essas perguntas, Krakauer refaz a longa saga do aventureiro até seus triste desenlace.
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Uma história verdadeira, mas com todos os ingredientes de um romance de ficção.

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Por que não acredito em Deus

Acho que toda essa história é uma tentativa de fuga.
Fugir da realidade, da certeza de que não temos certeza de nada.
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Ninguém sabe quem ou o que nos criou. Vc estava lá pra ver? Pois é, eu tb não. Acho perda de tempo discutir de onde viemos e pra onde vamos depois de mortos.
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Alguém lembra de algo antes de ter nascido? Não nos lembramos nem dos tempos das fraldas! E depois da morte...quem foi que voltou pra nos dizer como é?
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Tudo suposições, historinhas criadas pelo homem pra nos tirar da angústia da possibilidade do nada, da inércia. Aí surgem várias hipóteses, as pessoas vão escolhendo as que melhor lhe convém (ou já nascem predispostas, de acordo com a família...as vezes nem são convidadas a questionar), e assim nascem as religiões.
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Claro que é muito melhor colocar a culpa em alguém. É mais fácil dizer "Deus quis assim" do que assumir a responsabilidade de seus atos.
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Não acreditar em Deus significa acreditar em si próprio. Poder fazer todas as perguntas, a si mesmo, sem a certeza da resposta, e isso nem mata ninguém, porque afinal certeza é uma coisa que nunca vamos ter. Não importa o quão acalorada seja essa discussão, ninguém nunca estará certo simplesmente porque não sabemos.
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É confortável acreditar que Deus existe e por um bom tempo tb aceitei a comodidade dessa crença, mas prefiro assumir a idéia que me parece mais sensata.
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Não ter Deus na minha vida é poder confiar nas minhas decisões pelo simples fato de serem minhas. Viver sem recorrer a Deus significa ser dona dos meus atos. É poder aproveitar a vida que tenho hoje, sobre a qual posso agir, sem qualquer outra certeza.
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Sem culpa, sem cobrança, sem ninguém pra me castigar, recebendo apenas as consequencias dos meus atos, sejam boas ou ruins, sem me sentir julgada por um suposto alguém superior. É uma sensação de liberdade incrivelmente real!
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Respeito as crenças de cada um, essa é apenas a minha opinião, não tenho o objetivo de convencer ninguém a nada, meu propósito é apenas registrar a minha crença (ou falta de...).

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

- Mãe, o que é orfanato?
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- É um lugar onde moram crianças que os pais já morreram ou que não podem ficar com elas...
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- Não podem ou não querem,né?
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(silêncio... pensando: "E agora, o q eu falo?)
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- É mãe! Tipo aqueles que não tomaram aquele remédio que vc toma, o anti-bebê!

Minhas queridas


"Minhas queridas" tem uma importância singular para entender a trajetória literária de Clarice Lispector e, mesmo, apontar novas leituras sobre a sua biografia. Organizado pela professora Teresa Montero, autora da biografia Eu sou uma pergunta (Rocco, 1998), o livro traz 120 cartas inéditas escritas por Clarice Lispector para as irmãs, Tania Kaufmann e Elisa Lispector, entre 1940 e 1957. Enquanto relata suas impressões sobre as 31 cidades por onde passa, as novidades da literatura, da música, do cinema e do teatro, a descrição do seu processo criativo, suas angústias acerca da publicação e repercussão de seus livros, a escritora mostra a história do amor e da ternura entre ela e suas irmãs, onde a vida privada é pontuada por momentos importantes da história política da Europa e dos Estados Unidos. A coletânea chega às livrarias em novembro, encerrando o ciclo de comemorações pelos 30 anos de A hora da estrela, publicado em outubro de 1977. No período abordado no livro, durante os 13 anos vividos no exterior, Clarice Lispector escreveu dois romances – A cidade sitiada (1949) e A maçã no escuro (1961), visto que O lustre, publicado em 1946, já estava concluído quando a autora mudou-se para Nápoles e vários contos, incluídos nos volumes Laços de família (1960) e A Legião Estrangeira (1964). As cartas permitem acompanhar, portanto, o processo de realização destas obras e a reação da autora às impressões da crítica especializada e de amigos mais próximos. Mas a ânsia em receber notícias das irmãs parece tão grande quanto a necessidade de escrever: “... Penso que vocês acham que eu levo tal grande vida que menos cartas, mais cartas, me dá no mesmo. Que eu levasse essa tal maravilha de vida, e precisaria de cartas de vocês”, diz Clarice, de Nápoles, em 1944.

- Putz esqueci de tomar o remédio!
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- Vc tá doente, mãe?
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- Não, filho, é aquele remédio que a mamãe tem q tomar pra não ter neném...
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- Poxa, mãe, vc ainda tá tomando isso? Eu quero um irmão!

domingo, 23 de agosto de 2009

Da felicidade do dia-a-dia


Porque deixamos de fazer coisas simples que nos dão prazer?
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Mas hoje o dia não é de questionamentos e sim de constatações.
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Estava na praia lagartixando com meu pai, quando de resolvi dividir um pensamento (o que é raro em mim...dividir, não pensar!rs): "Hoje me deu uma vontade de andar de bicicleta!"
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E pra minha surpresa, ele disse: "Vamos então!", o que tb é raro nele.
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E fomos nós. Alugamos bicicletas e relembramos velhos tempos em que tínhamos um tempinho pra nós. Ele chegava do trabalho e íamos andar de bicicleta. Primeiro pro Leme, depois Leblon, se o pique ainda estava bom, Leme de novo.
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Era uma hora em que não pensávamos em nada, simplesmente pedalávamos. Ali éramos pai e filha, simples e totalmente.
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Pois hoje fomos de novo. Esquecer da vida e pedalar olhando o mar. Enferrujadinhos, sim (é impressão minha ou a rampinha do Leme cresceu?), mas felizes em reviver bons momentos juntos.
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Esquecemos as diferenças, os nhém-nhém-nhéns de todo dia, a preguiça e fomos nós!
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Sensação de liberdade, de fazer algo por mim e por uma relação um pouco difícil às vezes, mas que não quero perder nunca, nem deixar que as briguinhas do dia a dia tomem conta de nós.
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E o que é essa leveza de descer a tal rampinha? Vento no cabelo, velocidade, cheirinho de mar... de volta aos 10 anos de idade! A vontade era de abrir os braços e gritar... mas eu nem merecia mais um tombo hoje,né?
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Enfim, pai, obrigada por nos dar esse presente, esses bons momentos de volta, por acreditar em nós e fazer algo junto comigo. Amo você muito,viu?

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Dever de casa do Gabo 2


Transforme os substantivos em adjetivos:
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Acidez -> ácido
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Timidez -> Tímido
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Sensatez -> Sensato
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Palidez -> Palito!!!

sábado, 25 de julho de 2009

DIA-FORA-DO-TEMPO, 25/7/2009


Filhos Sem Deus - Ensinando À Criança um Estilo Ateu de Viver

Os autores (que são ateus) propõem o respeito às diferenças, consideram legítimo não dissimular, mas expor às crianças, da forma mais clara possível, essa outra maneira de entender o mundo que é o ateísmo, propõem valores que consideram imprescindíveis na educação, fora de uma cultura religiosa. Por meio de uma série de argumentos e casos devidamente debatidos, mostram o enfraquecimento que a posição simplista ou culpada da fé pode acarretar aos indivíduos.

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Despedidas


Detesto despedida... e hoje foi a segunda.
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Ontem , pra uma vida nova. Do primo que foi morar na Austrália. Vai estudar, trabalhar, crescer.
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Hoje, do bebê que não pôde nascer.
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Pq a gente não pode simplesmente deletar só as pessoas ruins da vida...tipo um orkut real?
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Pq as pessoas queridas, lindas e amadas vão embora?
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Eu me sinto egoísta quando penso isso do primo que foi viver.
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Eu me sinto impotente e pequena diante da morte do bebê que nem teve chance de nascer.
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Não consigo parar de me perguntar o porquê.
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Pq se leva um bebê que ainda nem chegou?
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Pq não ter nem a chance de conhecê-lo, amá-lo nem que fosse por alguns dias?
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Perguntas que vão ficar pra sempre.
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Agora só nos resta chorar, sentir a dor da perda e tentar confortar os pais... Marcelo e Wal, tamojunto, a qquer hora,viu?
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Felipe, luz no seu caminho. Boa viagem, boa sorte, tô contigo sempre!
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Vinícius, paz no seu caminho. Bom retorno, vc é muito amado, estará pra sempre no meu coração!

quinta-feira, 2 de julho de 2009


Minha irmã e Gabo embrulhando meu presente escondidos.
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Gabo: Mãe, fica aí no quarto pq a Deda vai trocar de roupa aqui na sala...
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Daqui a pouco ela pede pra ele pegar o durex, lá vem ele:
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Ô mãe...sabe cadê o durex? É que a Deda quer se enfeitar com durex...

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Idéias para mudar o mundo

1 - FOME - Complicada essa questão... com mais gente no mundo a cada dia, fica mais difícil, mas eu tenho fé que vai melhorar! não sei exatamente onde posso mexer pra ajudar de verdade, mas vamuquevamu!
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2 - EDUCAÇÂO - Básico,? Precisamos de muitas melhorias, acho que principalmente precisamos rever nosso sistema educacional...será q tudo aquilo q aprendemos na escola é realmente necessário pra nossa vida? Será que não está faltando algo? Uma educação mais prática, mais focada no dia a dia, talvez? É "lindo" (dizem...) uma criancinha dizendo de cor as datas "importantes" da história... mas será q ela realmente sabe o que significam? Não seria mais proveitoso gastar mais um tempinho falando de drogas, sexo, orçamento, economia doméstica e até política, assuntos que estão presentes na sua vida?
Eu incluiria nesse tópico um maior respeito com os professores! Tanto do ponto de vista social, quanto profissional.
Já pararam pra pensar que sem professores não existiriam médicos? Nem dentistas? Nem enfermeiros? Nem jornalistas? Nem profissão nenhuma de que necessitamos sempre?
Então, não consigo entender pq eles são tão discriminados e ganham sempre tão pouco!
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3 - IGUALDADE ENTRE SEXOS - Não gosto desse termo... não vamos ter igualdade nunca (ainda bem!), homens e mulheres não são iguais! Acredito mais numa divisão justa de tarefas. Esse negócio de a mulher trabalhar fora e dentro não me parece igualdade, muito menos justiça...
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4 - REDUZIR A MORTALIDADE INFANTIL - Prioridade total!! Afinal eles não pediram pra nascer!! (mesmo aqueles frutos de "acidentes"!!!)
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5 - MELHORAR A SAÚDE DAS GESTANTES - Importante tb... temos tantos problemas na saúde, na educação... e só pensam em Olimpíadas!!Aff!
Essencial cuidar dos pequenos antes que nasçam, pode-se evitar tantos problemas assim, tanto pro bb quanto pra mãe.
Confesso que fui meio negligente nessa época da minha vida, mas por outras questões, um dia (quem sabe?) conto...

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(Aliás, só pra constar: 2014, eu NÃO quero!!!!)
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6 - COMBATER DOENÇAS - Lá vem a questão da saúde de novo...quando será que vão perceber que essa é uma questão prioritária na gestão de uma cidade, um país?
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7 - QUALIDADE DE VIDA E RESPEITO AO MEIO AMBIENTE - O mundo vai ser um lugar bem melhor pra se viver quando as pessoas perceberem que fazem parte dele.
Quando jogo lixo na rua, não é na rua, é na minha casa, pq sou eu que passo ali todo dia, sou eu que vou sentir o cheiro ruim, sou eu que vou ter que conviver com ratos e baratas, sou eu que vou ter minha casa invadida pela água quando chover e o bueiro estiver entupido. Sou eu que não vou poder tomar banho de rio e sou eu tb que vou ver uma paisagem horrível depois que jogar lixo lá!!
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8 - TODOS PELO DESENVOLVIMENTO - Pra solucionar todos os problemas acima, acredito na união. Uma comunidade inteira faz muito mais do que apenas uma pessoa. Quando nos unimos somos mais fortes, temos idéias novas e antigas a compartilhar. Tudo isso é riqueza, que traz muito mais felicidade do que aquela de dinheiro. Doe uma boa idéia, compartilhe soluções: vc tb tem muito a ganhar!

terça-feira, 26 de maio de 2009

Email = Carta virtual?


Engraçado isso. Não parece uma carta.
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Não escrevo sobre mim, não leio sobre o outro, salvo poucas exceções.

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Recebo e mando fotos chocantes, bonitas ou engraçadas. Textos inspiradores, montagens, pedidos de ajuda.

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As correntes eu apago, minha paciência virtual não chega a ser tão complacente...

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Aí mando um emial pra algumas pessoas com 2 perguntas: Qual seu sonho? O que vc está fazendo para realizá-lo?

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Meu namorido responde o que eu já sabia. Nosso sonhos são bem parecidos. Me diz que as perguntas o fizeram refletir.

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Oba! Atingi meu objetivo: fiz alguém rearrumar o foco.

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Sim, por que ás vezes (a maioria delas, aliás), nos envolvemos tanto com os meios que esquecemos os fins.

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Estamos tão envolvidos com o dia-a-dia que esquecemos o porquê de tudo aquilo, onde estamos querendo chegar.

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Já me responderam perguntando (!) se eu não tinha esquecido de anexar o Power Point.

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Não, eu não esqueci nada não, quero só conversar com vc mesmo, te conhecer um pouco melhor e te fazer pensar nos seus reais objetivos, não os práticos, os de todo dia, mas aqueles que te tiram o fôlego, que te impulsionam...

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E vc, que me lê, qual seu sonho e o que vc anda fazendo por ele?

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Minhas melhores lembranças são da época do natal.
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Quando a gente tomava banho e botava roupa nova, aí tocava a campainha e iam chegando pessoas queridas. Tios e tias, primos...
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Cada um com um pacote diferente na mão...aquela curiosidade.
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.Será que é pra mim? O q será?
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A farra das crianças correndo pela casa, a avó pedindo pra ficarmos quietos e lógico que não adiantava...rsrs
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Aquele cheirinho de comida boa e aquela bagunça do jantar, prato na mão, comida cai no chão...
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Depois à meia noite, abraços, beijos e...quero meu presente!!
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Laços desfeitos, pacotes rasgados, brinquedo novo...
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Olha o meu!!Deixa eu ver o seu? Me empresta? Vamos trocar?
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Vai dormir, menina, e não esquece do sapatinho na janela, senão o papai noel não passa...

Em sua estréia na literatura, a norte-americana promete envolver e encantar os leitores com um romance temperado com realismo fantástico.
Na pequenina Bascom, na Carolina do Norte, não há quem não saiba que um prato feito por uma Waverley tem o poder de transformar o humor e os sentimentos das pessoas.
Uma macieira no jardim da família, cujos frutos são capazes de revelar qual será o momento mais intenso da vida de quem os morde, também é conhecida de todos.
Claire Waverley, no entanto, costuma enterrar todas as maçãs para evitar que as pessoas saibam do futuro.
Ingredientes de cultivo próprio, receitas incomuns e dons sobrenaturais, enfim, são a mistura que construiu a fama mágica desta família que Sydney detesta e renega o quanto pode.
Agora, após uma década em Nova York, esta irmã de Claire está de volta à cidadezinha que tanto odeia, trazendo na bagagem a filha Bay e a capacidade de unir esta família pouco convencional.

8 desejos pra antes de morrer...


1 - Adotar minha filhota Gaia (pois é, ela já tem nome...coisas de canceriana)
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2 - Fazer algo de bom, excelente, extraordinário pelo planeta (não faço idéia do que seja)
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3 - Abrir minha pousadinha super relax no interiorrrr
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4 - Fundar vááááááárias ecovilas
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5 - Ver meu filhote feliz da vida fazendo o que gosta do lado de quem ele amar
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6 - Escrever um livro (ou vários, quem sabe?rs)
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7 - Rodar a Europa e a Ásia de mochilão nas costas, fotografando, escrevendo, conhecendo, interagindo!!
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8 - Conseguir me libertar da minha eterna vigilância interior, fazer as coisas que EU realmente quero e acredito e quando chegar o final, olhar pra trás e poder dizer com toda a convicção: É, valeu a pena!!

sexta-feira, 22 de maio de 2009

quinta-feira, 21 de maio de 2009


Ai essa maldita sensação de culpa de novo... que meleca!

Estava lendo um jornal em que tinha uma entrevista com as atrizes que fizeram Confissões de Adolescentes.
A Maria Mariana (que começou tudo, escreveu o diário e daí surgiu o programa), está com 4 filhos, mora em Macaé e agora é roteirista da Rede Record, escreve uma novela lá deles...

Aí eu fiquei pensando que eu não consigo resolver o que eu quero fazer da vida, e quando resolvo, penso sempre em alguma coisa "útil", indispensável pra sociedade, algo extremamente necessário, tipo médico, professor, essas coisas práticas, sabe?

E apesar de a vida toda ter sido meio "nas nuvens", quando penso em trabalhar, só me vêm à cabeça algo bem pé no chão. Só que eu não consigo ser assim...

Penso que eu nunca conseguiria ser roteirista, ou escritora, ou algo do tipo, sabe? Ganhar dinheiro com alguma coisa que eu gosto, fazendo totalmente com prazer.

Ás vezes eu sinto que fico me punindo, não sei porque, me obrigo a sofrer, "ralar" pra ganhar dinheiro, e nunca penso em fazer algo que simplesmente me dê prazer, como escrever, por exemplo.
Não sei ainda se é pq eu preciso me punir ou se eu não acredito no meu talento...
Mas toda vez que penso em seguir uma carreira meio "artística", me sinto uma inútil!

Lembro que aqui em casa eu tinha que estar sempre fazendo alguma coisa. Se eu parasse por um instante, sentasse no sofá ou pegasse um livro no meio da tarde, alguém vinha me perguntar se eu não tinha nada pra fazer... mas eu estava fazendo ora!! Tava pensando, lendo, escrevendo...mas isso não pode, isso não "serve" pra nada.

Que coisa louca, cada vez mais essas coisas me deixam assustada.
Vou percebendo que minhas limitações e medos vêm de algo que vivi na infância e muitas vezes nem me dei conta.
Percebo assim, de repente.
E ao mesmo tempo estou marcando a infância de alguém...positivamente ou não!
Só vou saber lá na frente, quando ele perceber...ou não!

Aí quando eu li a matéria no jornal, percebi direitinho o diabinho da minha consciência me dizendo "Credo! Com 4 filhos e ainda foi ser roteirista.... que coisa mais boba, em vez de fazer algo importante!"

E o anjinho falava do outro lado: "Putz, que mulher guerreira, dá conta de 4 crianças e ainda consegue ter inspiração, talento e vontade pra escrever roteiros e viver de arte!!!"

Ainda vai chegar o dia que meu anjinho vai matar meu diabinho!!

quarta-feira, 20 de maio de 2009


O encontro de um paleontólogo norueguês com um escritor inglês e um casal de espanhóis numa ilha da Oceania, em 1998; o período devoniano em que apareceram os primeiros anfíbios; as piruetas de um anão no porto de Cádiz, em 1790; o big-bang do Universo; a presença do pintor Goya na casa de campo da duquesa de Alba, no fim do século XVIII: que laços insuspeitos podem unir fatos tão díspares?
Será o mesmo fio que ligar o conceito de maya da filosofia hindu, o calendário dos maias e as tradições dos ciganos andaluzes transmitidas à dançarina de flamengo Ana Maria Maya?
Para decifrar esses enigmas e circular por lugares, povos e épocas tão distantes, Jostein Gaarder convida o leitor de Maya a fazer uma longa viagem pela evolução do Universo e pela origem da vida.

terça-feira, 12 de maio de 2009

Niver do Gabo


Aniversário de filho é tb de mãe,né? Há 8 anos atrás eu ganhava meu pacotinho que mudou minha vida pra muito melhor! =)

A essa hora eu já tava sentindo dor...e achando que era prisão de ventre (final de gravidez tem dessas coisas).
Aí fui pro salão fazer unha

Nem conseguia ficar quieta,né?Inventaram q eu tinha q ajeitar o cabelo..e quem disse q eu conseguia ficar parada com a cabeça naquele treco?

Ficava andando pelo salão com o cabelo pingando e todo mundo apavorado achando q eu ia parir ali mesmo..rs

Fui pra casa e nem consegui almoçar.
Liguei ´pro médico e ele mandou tomar Buscopan. Meio vidro depois..nada da dor diminuir.

Então, já pro hospital!
Cheguei lá antes do médico.
Achei q ainda não era hora (pelos nossos cálculos ainda faltavam umas 2 semanas)

Exame de toque (vontade de dar na cara de um!!). 4 cm de dilatação. E dor,dor,dor... Cesariana? Siiiiiim!!!

Alguém quer entrar com ela? Não...
Minha tia que ia filmar não chegou a tempo de Brasília

Mãe, vc sempre trabalhou em hospital, já viu de tudo, vem comigo...
Ai não, já vi de tudo, mas não com a minha filha, não tenho coragem. Se eu for, vou dar chilique...
E foi a primeira vez q eu senti q estava sozinha. Mas fazer o q? C'ést la vie!

Anestesia.Uma coisinha gelada subindo pelas minhas costas...por dentro! Pqp, agora se der merda, tô fudida de vez!

Colocam um pano azul na minha frente e me colocam de braços abertos à la Cristo Redentor, um braço com soro, outro com o aparelho de pressão.

Barulho de aspirador. Tem muita água, diz o médico. (pois é, a bolsa nem estourou).

Um terremoto na minha barriga e...vai nascer...

- Quer olhar?
- Tá doida???

Aí tiram ele chorando e diferente dos filmes, ele vai pra pediatra primeiro.
-Tá td bem com ele? Quero veeer!!!

Aí colocam ele em cima de mim... e o mundo pára!

O mundo muda, a vida ganha novo sentido!

Leva ele pros meus pais verem? Fotografa tudo,tá?

- Agora vou colocar um remedinho no soro pra vc dormir.
- Nada, nem precisa, não vou dorm...zzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz

sexta-feira, 8 de maio de 2009

O dia em que eu esqueci quem mais me ama...


Hoje foi a festinha do dia das mães na escola do Gabo.


E eu me esqueci!!


Me sinto a pior mãe do mundo!!


E ele adora essas coisas. Ensaia, se prepara, curte todas as etapas.


Há alguns dias ele escreveu num papel a música que cantou, ficava ensaiando escondido, colocou o papel bem no fundo da gaveta pra eu não ver.


Preparando com todo cuidado e carinho a surpresa a ser desvendada hoje...e eu não estava lá pra ver!


Fico imaginando ele entrando com a turminha, os olhinhos me procurando e ele engolindo o sorriso.


Os olhos se enchendo de lágrimas,


Depois cantar a tão ensaiada música engolindo o choro, suportando o nó na garganta.


Aí quando acaba, vem a entrega dos presentes. Cada um corre em direção à sua mãe...e ele??


De novo as lágrimas!


Depois a exposição dos desenhos feitos por eles nas salas. Os amigos, cada um levando a sua mãe, querem mostrar tudo, tiram fotos... e o meu amor sozinho!


A Dina chegou em casa também com os olhos rasos d'água. Disse que ele já estava chorando quando ela chegou na escola pra pegá-lo e veio assim pelo caminho.


Porque eu não consigo assumir o meu lugar, fazer só o que realmente me cabe?


Resolvo problemas de todo mundo.


Paga conta, marca médico, faz mercado, conserta isso, faz aquilo, leva ao médico... e quando a pessoa mais importante do mundo precisa de mim eu não estou lá.


Eu só sou mãe dele, a minha vida é ele, e é ele quem fica sozinho...


Dia da avó eu estou lá, dia dos pais, eu também vou, olimpíadas, tô lá! E quando chega o dia que ele mais queria que eu estivesse, eu simplesmente esqueço!


O que me arrasa mais ainda é que eu sei que ele se preparou, fez tudo de coração, estava na maior expectativa e estava com aquele sorrisão mais lindo do mundo só pra mim.


Mas eu não estava lá.


E ele é tão puro, tão querido, tão especial que chegou em casa chorando, mas escondendo o presente com as mãos pra trás, ainda no clima de surpresa.


Esse dia entrou pra minha história: o dia em que eu esqueci da minha vida!




Filhote, já falei isso 10 vezes hoje,mas vou deixar registrado: mamãe ama vc mais que tudo no mundo, mas ás vezes os adultos ficam tão bobos, tão burros, que ficam preocupados com coisas chatas e se esquecem das mais importantes!


Você é o nº 1 da minha vida, nunca se esqueça disso,ok? Prometo também nunca mais esquecer...

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Medos da infância



Gesso!!






haha eu tinh pa-vor de gesso!!



Uma vez tava andando com minha mãe numa calçada dessas curtinhas que só passam 2 pessoas, daí vinha vindo um cara com a perna engessada e eu surtei...passei pelo meio da rua, quase fui atropelada!!rs


Minha mãe trabalhava em hospital, trazia gesso pra casa, engessava minhas bonecas, tentava me ensinar a preparar o gesso, mas nada...eu tinha horror!!


Só não me lembro pq...rs


Gabriel tem horror de barulho....desde bebê, se assusta à toa! Tb tem medo de elevador e de cachorro, mas esse último varia. Tem dia que ele pode abraçar um cachorrão enorme, adora, mas se ele der um latidinho de nada, já era a coragem!rsrs


E vc? Tinha/tem medo de que?

Esta obra conta a história e o significado dos solstícios, estimula a prática dos rituais extasiantes da renovação das estações e dá conselhos práticos sobre como celebrá-los em nossos dias. Festivais sazonais não são somente costumes culturais.
São eventos alegres, divertidos e profundos, que festejam a própria vida e nos conectam profundamente com a Terra, com os céus, e com o bem-estar de sermos nós mesmos.
Entre os temas abordados neste livro, destacam-se:
- Crie celebrações de solstícios para festejar o milagre da vida - sozinho, com amigos ou familiares, no campo ou na cidade.
- Descubra as antigas raízes dos costumes natalinos.
- Como as culturas de todo o mundo externavam suas conexões com os ritmos da Terra

terça-feira, 28 de abril de 2009

Acho que uma das coisas mais difíceis do ser mãe é sentir-se dispensável, e ás vezes até perceber que, não raro,mãe atrapalha.

Passei o final de semana inteirinho, quando fomos pro sítio de uma amiga, tentando fazer ele mergulhar na piscina.

É assim, ó filho, respira pelo nariz. Não, não abre a boca senão entra água.

Faz assim.

Vou fazer pra vc ver.

Faz assim igual à mamãe, ó!

E nada... aquele medo todo e quando insistia muito ele fingia que tentava e começava a tossir...rsrs

Até que acontece de ter feriado nos 2 dias de semana que ele tem natação. Então eu levei ele pra minha aula.

Pelo menos fica lá no cantinho da piscina brincando...

Aí de repente:
Mãe, olha só o que eu sei fazer!!

E pimba...aquele mergulhão!!!

Mãe, conta quantos minutos eu fico debaixo d'água!


Eu nem acreditei,né?
Pedi até pra fazer de novo pra ver se eu não tava sonhando...rsrs

Pois é, a gente fica em cima, insiste, incentiva, ensina, crente que tá abafando, mas tem horas que o que eles querem mesmo é ficar sozinhos pra tentar.

E realmente, acho que até a gente tem um pouco disso...quando temos que fazer algo que não sabemos, ficamos meio inseguros de fazer pela primeira vez com alguém olhando. Principalmente se sabe que aquela pessoa vai te julgar e te dizer como fazer direito... Aí vc vai lá no cantinho, tenta de novo sem pressão e consegue!

Mas aí depois tb bateu aquele orgulho,sabe? Que lindo ele tentando se virar sozinho. Afinal, ele é uma outra pessoa, não está mais em mim, não é mais um bebê.

Engraçado por que logo depois que ele nasceu aconteceu algo parecido comigo e com a minha mãe e ela ficou meio chateada...e olha que eu já tinha 17 anos!rs

Meu leite tinha empedrado e eu precisava sugar com a bombinha, mas eu tava morrendo de dor, extremamente irritada. E ela queria fazer pra mim...

Aí eu disse: Eu vou fazer, é o MEU corpo, tem que ser no MEU ritmo, vc não vai conseguir saber quando estiver doendo.

Pra mim foi difícil falar aquilo, pois eu sei que ela daria a vida por mim e queria ajudar. Mas ela não podia sentir a dor por mim, era uma coisa que eu tinha que passar,sabe?

Eu sei tb que foi dificil pra ela ouvir aquilo, pq ela tinha uma enorme dificuldade de me ver como uma pessoa separada dela.

Acho que toda mãe tem um pouco disso.

Afinal, filho surge dentro da gente, cresce dentro da gente, sai de dentro da gente fazendo um certo estrago (que a gente perdoa por amor, mas faz estrago,né?), depois se alimenta da gente....e como é que não é nosso?

Principalmente nos primeiros anos a gente vive meio que numa simbiose com ele. Sofre junto, chora junto, parece até que sentimos as dores que ele tá sentindo quando fica doente....


Mas a gente tem que saber que tem que ir soltando as amarras, cortando o cordão umbilical. Claro que um lacinho sempre fica, afinal que marmanjo não gosta de ser mimado de vez em quando?

Mas tb temos q deixar ele crescer, sem dor, pq lá no fundo ele vai ser sempre o meu bebê, vai ter sempre meu apoio quando realmente precisar

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segunda-feira, 27 de abril de 2009


"Sopa de Romã" é uma magnífica festa para os sentimentos.
Em cada página, em cada parágrafo, em cada linha, uma sucessão de perfumes, sabores, texturas, cores...
Sua comovente, bem-humorada e muito bem escrita narrativa revela como três bravas mulheres conseguiram superar medos, enfrentar preconceitos, vencer desafios e mudar a vida de toda uma cidade.
Trata-se de uma linda e comovente história de perseverança, amor ao próximo e dos incríveis poderes da gastronomia.

domingo, 26 de abril de 2009


Estava esperando ônibus e passou por mim um senhor.
Calça preta, camisa de botão amarela. Normal, parecia até bem vestido.


Quando de repente ele pára na primeira lixeira e olha lá pra dentro. Pensei que talvez tivesse deixado cair algo, sei lá.

Mas não. Infelizmente não. Ele não deixou cair algo, ele buscava algo. Algo para comer.

Olhando pra dentro da lixeira, de repente deu um sorriso. Meteu o braço e tirou um copo, com um pouco de suco.


Mas quando o copo bateu na boca da lixeira, caiu no chão, entornando todo o conteúdo. Ele assumiu então uma expressão de profunda frustração. As lágrimas vieram aos olhos, dele e aos meus.

Mas eu não consigo reagir nessas horas em que a emoção me pega. Pensei em quantos copos de suco como aquele já joguei numa lixeira igual àquela. E quantas pessoas como aquela poderia saciar pelo menos um pouco de sua sede ou fome.

Será que esse senhor já tinha comido hoje? Será que vai comer amanhã? E quanto nós já jogamos fora hoje?

Vendo uma cena como essas eu me dou conta de que nunca na minha vida senti fome, fome mesmo, no sentido mais real da palavra. Aquilo que sentimos por ficar algumas horas sem comer, ou nem isso, às vezes só por ter vontade de comer algo em especial... aquilo nem se compara à fome!


Quando "acordei" da emoção, me vi com uma garrafa de água pela metade na mão. Não estava com tanta sede assim. Perto da sede dele, a minha não era nada.


E eu nem consegui reagir. Me odiei tanto por não perceber o que eu poderia ter feito, aliviado por alguns momentos a sede de alguém e, talvez mais importante, demonstrado a ele que ele não é invisível. Que eu assisti e me comovi com o sofrimento dele.

Mas eu não consegui. E hoje eu me odeio por isso. Quando foi que eu perdi a capacidade de me preocupar com o outro?

Isso me lembra um poema de Manuel Bandeira:
Vi ontem um bicho
Na imundície do pátio
Catando comida entre os detritos.
Quando achava alguma coisa,
Não examinava nem cheirava:
Engolia com voracidade.
O bicho não era um cão,
Não era um gato,
Não era um rato.
O bicho, meu Deus,
era um homem.

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Dever de casa


Gabo: Deda, qual o masculino de vaca?
Lídia: Boi
Gabo: E da ovelha?
Lídia: Ovelha -macho
Gabo: Não seria carneiro?
=)

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Tá chovendo hoje...


"Menos pela cicatriz deixada, uma ferida antiga mede-se mais exatamente pela dor que provocou, e para sempre perdeu-se no momento em que cessou de doer, embora lateje louca nos dias de chuva".

Através de uma viagem pela história, pela literatura e pela mitologia, "Mulheres, Mitos e Deusas" revela as diferentes faces da identidade feminina.
Deusas, fadas, sábias, rainhas, santas, artistas e demais mulheres compõem o rico universo deste livro minucioso e comovente.
Ao tomar contato com a história e os dilemas vividos por Eva, Hera, Cleópatra, Cinderela, Catarina de Medici, Teresa de Ávila e Simone de Beauvoir, dentre tantas outras, passamos a conhecer não apenas a marginalização dos valores primordiais femininos, mas sua resistência frente às imposições da moral patriarcal.
Um texto riquíssimo e fascinante que conduz o leitor por um caminho de redescobertas, apontando para o resgate da feminilidade.

Ao longo da vida, juntamos centenas de respostas para as nossas perguntas, mas raramente nos questionamos sobre elas.
Na maior parte das vezes, aceitamos a resposta que o mundo nos dá e seguimos adiante, sem pensar muito a respeito.
É essa falta de questionamento sobre as coisas que nos leva a ter uma vida superficial, na qual nossos verdadeiros desejos e expectativas são sufocados.
"Faça o seu Coração Vibrar" é uma coletânea de pensamentos que nos incentiva a ver o mundo por um ângulo diferente, expandindo nossa visão sobre a vida.
Cada texto oferece novos e surpreendentes sentidos para um dos temas que fazem parte do nosso dia-a-dia, como amor, relacionamentos, inteligência, poder, fé, trabalho e realização.
A sabedoria provocante de Osho, um dos mais polêmicos líderes espirituais do século XX, nos faz refletir sobre o peso que atribuímos à opinião dos outros e aos nossos próprios ideais, além de nos ajudar a centrar nossa atenção no momento presente e nas coisas que realmente valem a pena.

O ser transcende a aparência






"Na verdade é bem simples. O ser transcende a aparência. Assim que você começa a descobrir o ser que há por trás de um rosto muito bonito ou muito feio, de acordo com seus conceitos e preconceitos, as aparências superficiais somem até simplesmente não importarem mais.''


Willian P. Young em "A Cabana"

Nó na garganta


Por que as pessoas dificilmente estão satisfeitas com o que têm?
Por que é tão dificil agradar justamente aqueles que lhe são mais íntimos?
Por que não entendemos e respeitamos quem nos é importante?
Por que é tão dificil ser diferente justamente desses que nos são mais próximos?
Não podia existir um tradutor instantâneo de frases mal feitas? Tipo eu disse xxxx, mas na verdade queria dizer yyyy...e agora? Como faz? Ou será que queria dizer mesmo era o tal yyyy que disse?
Por que agimos como outros esperam que seja, mesmo os que mal nos conhecem?
Por que muitas vezes quem mal te conhece é justamente quem está do seu lado?

Por que machuca tanto ouvir coisas de quem sempre me magoa e nem percebe?

Por que fazemos coisas pra agradar os outros, coisas que sabemos que não vão dar certo, que vão nos fazer sofrer?

Por que eu permito isso?

De que eu ainda hoje tenho medo?
.
.
.
.
.
.
.
"Tenho tentado aprender a ser humilde. A engolir o nãos que a vida te enfia goela abaixo. A lamber o chão dos palácios. A me sentir desprezado-como-um-cão, e tudo bem, acordar, escovar os dentes, tomar café e continuar." Caio Fernando Abreu

quarta-feira, 22 de abril de 2009

" A percepção de beleza é um tipo de bârometro que diz a cada um de nós a que ponto estamos perto de perceber realmente a energia.


Isso é claro porque assim que a gente observa essa energia, percebe que ela está no mesmo continum que a beleza.


- Você fala como se visse - eu disse.


Ele me olhou sem a menor presunção.


- Sim, vejo, mas a primeira coisa que desenvolvi foi uma apreciação mais profunda da beleza.



- Mas como funciona isso: A beleza não é relativa?



Ela fez que sim com a cabeça.



-As coisas que percebemos como belas podem ser diferentes, mas as características verdadeiras que atribuimos aos objetos belos são semelhantes.



Pense nisso.


Quando alguma coisa nos parece bela, tem mais presença, nitidez de forma e vividez de cor, não? Salta aos olhos.


Brilha.


Parece quase iridescente em comparação com o tom mortiço de outro objeto menos atraente. "

James Redfield em "A profecia Celestina"

sexta-feira, 17 de abril de 2009


"50 Grandes Ambientalistas de Buda a Chico Mendes" traz à tona a relação entre a evolução humana e degradação do meio ambiente.
Apresenta, em textos claros e objetivos, idéias e doutrinas de cinqüenta personalidades estimulantes - de todas as partes do mundo, da Antiguidade até nossos dias - que tiveram indiscutível influência sobre a ação e o pensamento ambientalistas

quinta-feira, 16 de abril de 2009

4 anos juntos


Tem hora que parece que a gente se conhece desde sempre...



Em outras, parece que nos conhecemos ontem, e sempre tem algo novo a descobrir sobre o outro...
uma história, um sentimento, uma característica que tinha passado despercebida até então...


Sempre tem algo novo! Os dias nunca são iguais.


O coração ainda acelera quando penso nele, quando vai chegando a hora do encontro. A semana continua loooooonga demais, repleta de saudade!


Sou feliz quando lembro de tudo que já vivemos, e quando imagino tudo o que ainda temos pela frente. Quando penso nos nossos sonhos parecidos, e no respeito às diferenças naqueles que são bem diferentes.


Amor para mim é isso...tem que pulsar! Tem que fazer sorrir e ás vezes chorar, mas sempre intenso! É a paz que encontro no seu sorriso, no calor do seu toque.


Amor é esse conforto que encontro em você, quando falamos, quando estamos juntos, aquela sensação de estar "em casa", mesmo sem casa ainda...rsrs


Amor é ter você em cada coisa que eu faço, coisas que já faço pensando em te contar.


Amor é sentir o tempo se arrastaaaaando bem demoraado quando não podemos nos ver.



Te amo muito, só enquanto eu respirar!




Jogue o seu relógio fora

conte estrelas

molde nuvens

Se apaixone todo dia pelo mesmo alguém!

segunda-feira, 16 de março de 2009




A evolução (ou revolução) dos valores na sociedade está nos deixando loucas... primeiro as mulheres ficavam em casa, eram completamente servis e viviam exclusivamente para a família. Depois foram trabalhar fora, os maridos que se virem, os filhos que sobrevivam!




Mas agora, apesar da sensação de liberdade, do gostinho bom de ganhar o próprio dinheiro, bate aquela saudade de ficar em casa e trabalhar só pra família. Sim, porque a mulher trabalha fora, mas trabalha dentro também, porque o marido, "coitado", tá cansado esparramado no sofá.





Porque fomos criadas pra corresponder à expectativas e não esperar nada de ninguém, sermos boazinhas e agradar a todo mundo...exatamente como muitas de nós infelizmente fazem hoje com suas filhas. Porque as meninas ficam quietinhas e obedecem todo mundo, enquanto os meninos fazem o que querem. Porque mamãe ficava em casa enquanto papai ia se divertir, jogar futebol ou beber com os amigos. Porque tudo o que dá errado é culpa da mamãe, se o papai errou, é porque mamãe não ensinou direito...





Acho que a culpa não é totalmente nossa,sabe? É uma questão de educação, fomos educadas pra obedecer e atender expectativas, não pra exigir.Mas o problema é mais complexo do que parece.Li uma frase uma vez que achei tudo!





"Somos vítimas de vítimas".





Estou sentindo isso na pele! No momento em que eu estou percebendo as ciladas da educação, é o mesmo momento em que estou educando meu filho, ou seja, mesmo sem querer acabo repetindo comportamentos que eu mesma condeno.





Eu precisava de uma reforma mental antes de ser mãe...



Sei que nossas mães sempre (?) procuram fazer o que acham ser o melhor pra nós, mas acontece que o que elas pensam ser o melhor, pode não ser realmente, aí pronto, viramos vítimas.



Nossa, muita loucura isso...como eu queria o manual de instruções!!hahaha



Ser boazinha demais...esse é o seu problema? Muitas mulheres se sentem na obrigação de ser boazinhas pra não desagradar ninguém.Elas são prestativas, amáveis e nunca se queixam. Esperam pacientemente na fila, até q alguém as atenda. Nunca se recusam a fazer um trabalho, mesmo que faltem 2 minutos pra acabar o expediente. E ainda convidam a colega pra um café, embora não vejam a hora de descansar um pouco. Se observarmos bem, toda essa amabilidade revela uma atitude quase exclusivamente feminina: a autonegação!





Mas de certo modo acredito que vivemos em um mundo muito preconceituoso e de fato estamos 'sozinhas' nessa.As mulheres, independente de estarem conseguindo seu 'discutível' espaço continuam ligadas a outros afazeres pré estipulados...Ou seja, não importa o que façamos, seremos sempre fadadas a carregar o mundo nas costas!



Eu nem sei mais porque comecei escrever isso e agora também já não sei mais como acabar. Enfim, the end!

sexta-feira, 13 de março de 2009


Mãe:

Sabia que agora a gente tem uma gata? Acho que vc não ia gostar muito dela, ela adora pular na gente, adora um colo...rsrsrsGabriel é louco por ela. Sempre que ela consegue fugir da cozinha (onde dorme) durante a noite, ela vai pra cama dele.


Pois é, cama. Já se foi o berço. Agora ele tem 7 anos. Lê de tudo, adora futebol, mais até do que eu gostaria...mas enfim!


Ele entrou naquela escolinha do Flamengo que a gente sempre via na praia, lembra? Pois é, vc era doida pra ver ele jogando ali, mas tinha que ter 4 anos...e qdo vc se foi ele ainda tinha 2.


Mas ele entrou e tal, no começo era legal, ele foi até no clube ver o treino dos jogadores...adorou! Mas a escolinha foi ficando fraca e ele pediu pra sair. Como já estava mais do que na hora dele aprender a nadar, coloquei ele lá no Olympico.


Nossa, parece que foi outro dia que eu nadava ali, e a Lidia e a Paloma....e vc ficava com a tia Irene sentada atrás da grade olhando nossa aula....


Agora quem está atrás da grade sou eu, meu filho na piscina e vc e tia Irene já não estão mais aqui...


Rodou um filme na minha cabeça durante a aula, sabe? Parecia que eu estava vendo tudo de novo...


Aí me deu uma saudade enorme do tempo que eu nadava e tb me lembrei que há tempos não faço nada pelo meu corpo e resolvi voltar a nadar. Comecei hoje.


Ao mesmo tempo que me veio a saudade e aquela sensação inevitável de déja vú, fiquei feliz.


Não sei explicar direito, não sei se por causa do lugar, ou por estar fazendo algo por mim, uma coisa pela minha saúde e de um jeito que eu gosto, que me dá prazer, mas eu senti que vc está feliz por mim.


Nunca vou ter essa certeza, mas gosto de acreditar nisso.


Amo vc demais e pra sempre!!

Assim como milhares de mães por aí, eu também sofro da síndrome da culpa materna...

Penso que educação é uma história muito séria... fomos desde cedo treinadas pra trabalhar o tempo todo pros outros e jamais fazer nada por nós...

Quando meninas, enquanto nossos irmãos ganhavam carrinhos e bolas, já aprendíamos a lavar louça na piazinha igual à da mamãe ou a passar roupa na mini tábua...ou ainda a cuidar sozinhas dos filhos brincando de boneca (porque menino que brinca de boneca é esquisito, dizem, então conclui-se que pai cuidando dos filhos...)

Não consegue aproveitar, porque não foi criada pra isso. E ás vezes repetimos as mesmas coisas com nossos filhos.

Já resolvi que se um dia tiver uma filha, ela não vai conhecer a Branca de Neve nem a Cinderela, que só são felizes para sempre qdo arranjam um marido.

Minha filha vai ser uma Barbie, no melhor sentido do personagem: que tem amigos, namoradoSSSSS (pois é, vai ter vários Kens na vida dela, exatamente como a gente esconde que já teve), vai viajar, brincar, estudar, ser feliz sempre e, se quiser, vai casar. Mas não que isso seja uma condição para ser feliz.

As mulheres precisam aprender a fazer algo por elas mesmas, por simples prazer, sem culpa! Exatamente como eles!

terça-feira, 10 de março de 2009


"O diário inscreve-se, geralmente, no gênero narrativo e constitui-se como o registo de vivências, pensamentos, eventos e emoções cotidianos de um narrador que se exprime na 1ª pessoa (daí o predomínio da função emotiva) e que assume o seu diário como seu confidente, uma espécie de “amigo secreto”.

A datação surge como forma de organizar a narração intercalada e fragmentária dos fatos imposta pelo ritmo cotidiano, apesar de ser possível uma leitura descontínua e desordenada do diário, sem prejudicar a sua compreensão.

De fato, o diário é íntimo, privado e secreto, no entanto, com a sua publicação, afigura-se igualmente como partilha a partir do momento em que se comunica com os outros, perdendo, assim, o seu estatuto de privado. Aliás, para os mais radicais a sua publicação é mesmo uma contradição."



terça-feira, 3 de março de 2009


Patch Adams foi criticado oficialmente na escola de Medicina por sua "alegria excessiva" e recebeu o seguinte conselho de um professor: "Se quiser ser palhaço, vá para o circo".


Na verdade, Patch queria ser palhaço. Mas também queria ser médico.Ele conseguiu unir esses dois lados tão diferentes de sua personalidade e acabou sendo as duas coisas.


A incrível história de Patch, que inclui ter sido paciente e, mais tarde, médico de uma instituição mental, celebra o triunfo da busca interminável de um ideal.


Utilizando métodos nada convencionais e surpresas extravagantes para aplacar a ansiedade dos pacientes, Patch foi o pioneiro na idéia, considerada então "radical", de que os médicos devem tratar as pessoas, e não apenas as doenças.


Compaixão, envolvimento e empatia têm tanto valor para os médicos quanto os remédios e os avanços tecnológicos.


sábado, 7 de fevereiro de 2009


Bom, andava eu sem rumo pela comunidade "Prazeres Amélie"... e acho um tópico : Poste aqui 40 fatos sobre a sua vida: o que você gosta,o que detesta,situações pelas quais já passou,etc.


Aí, pra variar eu me empolgo e, bom, por enquanto já são 53... quem sabe daqui a pouco não vem mais alguns...rs (e no começo eu achei que ia ser difícil escrever 40)
Aproveite pra me conhecer um pouquinho mais...


1 - Adoro meu cabelo cacheado, fico estranhíssima de cabelo liso, pra desespero da minha mãe quando eu era pequena... Lembro que uma vez ela me fez escova, virou meu cabelo todo prum lado e prendeu com uns grampos insuportáveis, depois vira pro outro e fica mais um tempão (chamam isso de touca, mas bem que podia ser tortura...), aí depois de umas 3 horas, quando meu cabelo tava beeeem lisinho... eu enfiei a cabeça debaixo do chuveiro e fiquei feliz da vida!!hehe ela quase que me mata!!
2 - Eu sinto muuuuita falta da minha mãe...
3 - Mas reconheço que se ela ainda estivesse aqui, eu não teria crescido, continuaria dependente dela totalmente
4 - Eu não lembro de absolutamente nada que eu tenha feito, ouvido, falado ou comido entre o enterro dela e a missa de sétimo dia.
5 - Eu ainda escrevo cartas pra ela, e ás vezes choro muito quando lembro que ela não vai poder ler.
6 - Sou uma leitora compulsiva...leio pelo menos 3 livros de cada vez, menos que isso não dá, acabo me desinteressando.
7 - Já estou no 5º livro de 2009...
8 - Tenho horror de televisão!
9 - Mas quando eu tiver a minha casa vou ter uma...vou deixar ela oca e tranformá-la num vaso de flores...e será a tv mais útil e linda do mundo!
10 - Estudei 6 anos de inglês, mas não terminei o curso.
11 - Estou aprendendo francês pela internet.
12 - Prestei vestibular pra psicologia, pedagogia e veterinária.
13 - Passei pra pedagogia, mas tb larguei no meio...
14 - Agora faço Gestão Ambiental e amo de paixão!! Mas ainda não sei o que vou fazer depois de formada.
15 - Quando meu filho crescer e for viver a vida dele, eu vou fazer Veterinária, que é o que eu sempre quis.
16 - Acabei de me formar no curso de guia de turismo, mas morro de vergonha de começar a trabalhar, falar em público, controlar o grupo...e muitas vezes terei que fazer isso tb em inglês, ás vezes me dá um pânico!!
17 - Fui mãe solteira com 17 anos.
18 - Tô achando meio dificil ser mãe casada...
19 - Perco noites de sono imaginando meu filho na Lapa daqui a alguns anos...
20 - No último pic nic, conheci vários amigos da comunidade...minha vontade era pular, gritar, abraçar todos eles, demonstrar minha felicidade, mas não consigo.
21 - Escrevo diários desde que aprendi a ler e escrever, mas só agora tomei coragem pra mostrar algumas coisas em um blog
22 - Tenho uma gata chamada Amélie.
23- Na escola, sempre era a última a ser escolhida nos times da educação fisica.
24 - Sou budista (de Nitiren Daishonin), mas ando meio afastada da prática.
25 - Adoro andar de bicicleta, andava todo dia, mas meu joelho não aguentou...
26 - Adoro acampar...dormir e acordar com cheiro de mato, andar descalço na grama, ficar olhando as estrelas...
27 - Há 2 anos, ganhei uma mãedrasta, 2 irmãs e um sobrinho e amo minha nova grande família!
28 - Não aguento mais ouvir falar de Big Brother e não consigo entender pq o Pedro Bial virou o Big Bobo Brasil...
29 - Faço artesanato e meu sonho é viver da arte.
30 - Fiz curso de costura de roupas e bolsas, mas o de roupas larguei no meio (pois é, tenho um certo probleminha em terminar coisas).
31 - Sempre quis ter um cachorro. Vai ser um schnauzer e vai se chamar Olavo.
32 - Sou fascinada por histórias e adoro fantoches.
33 - Comprei uns bonequinhos de Playmobil pro meu filho, mas brinco mais do que ele.
34 - Estou tentando fazer meu malabares, mas não acho a corrente que comprei =/
35 - Sou apaixonada pela Marcelle, pelo Edu, pela Aninha Estela, pela Grape, pela Martinha Rickes... e é como se os conhecesse há muito tempo!
36 - Morro de vontade de fazer tecido acrobático...acho lindo de viver!!
37 - Quero ter outro filho, um cachorro, uma casa sem tv, cheia de almofadas e um ateliê.
38 - Adoro ir á praia bem cedinho, quando o sol ainda nem acabou de nascer, mas ultimamente a preguiça não tem deixado...
39 - Morro de saudade do meu avô, de quando andava na praia com ele antes dele ir trabalhar, depois na volta, a gente tomava correndo um sorvete na padaria escondido da minha avó, pq já era hora do almoço. Uma vez, estávamos num restaurante, eu , meu avô e minha avó. Eu pedi um brigadeiro e minha avó disse que tinha banana em casa, que eu podia comer como sobremesa. Quando ela foi ao banheiro, meu avô chamou o garçon e pediu que ele trouxesse rápido 2 brigadeiros. Engolimos sem nem sentir o gosto, antes que ela voltasse. Quando ele já estava doente, de cama, pedia pra eu ler pra ele um livro de filosofia. Dizia que eu lia muito bem e eu ficava toda prosa,né?rsSinto muita falta dessa cumplicidade.
40 - Pois é, eu vivo com um pé no passado, mas fico feliz que tenha boas lembranças pra sentir saudade, ainda que tenha que fazer um esforço pra me manter com os pés no chão...rs
41 - Eu tento ser organizada, mas nem sempre consigo
42 - Sou gulosa, principalmente pra doces.
43 - Adoro jogos (fora da tomada)
44 - Acho o maior barato me pintar de palhaça... se pudesse faria sempre
45 - Gosto de cantar, mas tenho vergonha, acho minha voz meio esquisita, e não entro em aula de canto pq minha irmã vai dizer que eu tô imitando ela.
46 - Adoro a paz da madrugada... sem tv, sem ninguem perguntando oque estou fazendo, ne mandando eu ligar o ventilador
47 - Gosto de andar largada..vestidinho e havaianas pra mim é o look perfeito
48 - Adoro cafuné, mas ninguém faz em mim
49 - Um dia vou sair mochilando pelo Brasil
50 - Lembro de coisas que eu não queria ter vivido como se fosse um filme, é dificil acreditar que aconteceram comigo, um troço meio louco,sabe?
51 - Detesto tomar remédio...sempre tento resolver tudo o mais natureba possível.
52 - Sou viciada em coca cola, tomo até no café da manhã (contradições...)
53 - Eu vejo todas as situações como boas histórias que poderiam ser escritas, mas colocar em prática já são outros 500... ás vezes eu consigo, mas nem sempre.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009


Porque só quando a gente vê nossa saúde abalada, nos damos conta do quão frágil é o ser humano?Engraçado isso... a gente vive num corre corre danado, pra lá e pra cá, não se alimenta direito, faz exercícios quando dá tempo (ou quando a preguiça deixa...), agimos como se fossemos eternos, inabaláveis!

Eis que surge um probleminha pra nos botar pra refletir.

E o meu veio ontem... Uma dor fortíssima nas costas, só conseguia ficar encolhida, mal dava pra falar, tudo o que eu queria era me livrar daquela dor...

Tomei remédio pra gases, sabe-se lá,né? (pois é, errado, mas quem é que nunca fez isso?)

Bom, acabei indo parar na emergência de um hospital e passei umas horinhas tomando soro e remédio na veia, já que os comprimidos não adiantavam.

E nada como algumas horas olhando pra uma cortininha bege e um teto branco pra nos botar pra pensar na vida. E na fragilidade dela.

Lógico que, medrosa do jeito que eu sou, já pensei logo em cirurgia, recuperação...ai ai aiDepois da cesariana, pelo menos vem um bebê...e quando se opera o rim?? Parabéns, você deu à luz uma linda pedrinha!!

Mas, falando sério... me dei conta de que talvez eu não esteja tão de bem comigo mesma. Brinco com minha irmã que ela é meio hipocondríaca, ou que deve ter algum fetiche com uniforme branco, de tanto que ela vai ao médico, mas será que eu não ando esquecendo de me cuidar um pouquinho,sempre deixando pra depois?

Acho que eu sempre tive essa coisa de mãe, mesmo antes do Gabo nascer, de me preocupar com os outros e acabar esquecendo de mim.

É sempre mais fácil ver o problema dos outros, por mais doloroso que seja no coração, na pele mesmo, não dói...nem no rim!rs

Bom, o que eu venho aqui dizer é que você se cuide,viu? Eu tô aprendendo ainda, mas vou me cuidar mais, sim.

Confesso que tenho pavor de hospital, médico, cirurgia então... e com todo esse meu medo eu tô fazendo um esforço incrível pra não deixar essa história pra lá e ficar só esperando pra ver no que dá.

Eu não vou deixar pra lá, vou descobrir o que é ( tem suspeita de cálculo) e vou me cuidar, prometo!

Precisooo deste!


Muitas mulheres sentem-se culpadas até quando tiram dez minutos para si mesmas, pois não podem dispor desse tempo, uma vez que estão sempre ocupadas demais cuidando de outras pessoas.
Para o próprio bem delas - e dos que vivem a seu redor -, elas precisam descobrir o prazer de viver.
No livro há respostas para perguntas como:
"Por que é tão fácil cuidar de todo mundo, menos de mim mesma?",
"Por que a culpa sempre me acompanha em um momento em que penso primeiro em mim?",
"Quais são os segredos simples para tornar minha vida divertida todos os dias?".
Depois de anos de pesquisa, Maria e Maya Rodale - mãe e filha - brindam-nos com um texto envolvente e divertido sobre o comportamento feminino no trabalho, na família, na sociedade e nos relacionamentos.
"O Prazer é Meu" nos faz refletir, renovar nossas decisões e ter a certeza de que de agora em diante tudo poderá ser diferente.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009




Eu e Gabo ( pra quem não conhece...meu filho de 7 anos) indo pra padaria.

Quando passamos pela esquina, ele troca de lado comigo porque tem medo do mendigo que sempre fica ali.

Passamos e o mendigo sorri pra ele.

- Mãe, porque ele tá rindo pra mim?

- Deve ter te achado bonito, ou então é porque você passa aqui todo dia e ele gosta de você.

- Ah,é? Então eu não tenho mais medo dele... ele pode ir morar com a gente?

- Que isso,menino, tá doido? (risos)
- É porque ele só tem uma roupa? Ai mãe!! Ele não vai ficar pelado. Quando a gente for lavar a roupa dele, ele fica de cueca,ué!

Hoje aconteceu uma coisa que me fez perceber que meu conceito de expectativa mudou.


Mandei uma mensagem pro pessoal do "Fadas e palhaços" sobre plástico, e mandei junto um link pra um post sobre o oceano de plástico: http://idealismodebuteco.wordpress.com/2008/02/21/um-oceano-de-plastico/


Íamos nos encontrar num workshop e na mensagem eu pedia pra cada um levar seu copo ou caneca para usarmos uma quantidade menos de copos plásticos descartáveis.


Quando cheguei no workshop, apenas um amigo me disse que leu a mensagem e levou sua caneca.


Em outros tempos, eu ficaria chateada porque apenas uma pessoa leu minha mensagem.

Mas fiquei super feliz.


Cativei uma pessoa!!!


E ela também colocou a idéia em prática!!!


Mesmo que as outras não tenham levado, vendo ele (e eu e o Gabo), vão ao menos se perguntar por que e aí, a idéia já não está só na minha cabeça!